30/05/2017

Playlist do Mês | Março/Abril


Ei gente! Eu sei - sumi bastante. Além da conta, inclusive. O que aconteceu - além de tudo o que está acontecendo - foi que mudei de casa. E com isso, fiquei sem internet mais de três semanas. Não consegui postar nada, nem aqui e nem no instagram - que é onde estou postando mais, por conta do meu tratamento de saúde. Mas estou voltando aos poucos. Minha internet foi restabelecida e eu estou melhorando - graças à Deus!

Deixando isso de lado, hoje vim postar para vocês a playlist dos meses de Março e Abril. Foram meses que trouxeram muitas músicas novas bacanas. Mas o melhor para mim foi o CD novo do John Mayer! Confesso que ainda não o ouvi todo, mas gosto muito de praticamente todas as músicas dele - então tem o novo hit dele na playlist. Além dele, tem um as novidades da Katy Perry e da Shakira - porque eu adoro músicas da bad, mas também adoro músicas animadas, calma lá! hahahaha E eu continuo ouvindo Edinho e seu Divide! 😍

E, á claro, tem músicas antigas - porque todos os meses eu sempre vou desenterrar alguma coisa. Espero que vocês gostem! E vocês, o que estão escutando? 😊😘



02/05/2017

Resenha | Deuses Americanos

Deuses Americanos
  • Autor: Neil Gaiman
  • Editora: Intrínseca
  • Páginas: 576
Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada. Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido. O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós.
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