18/03/2017

Playlist do Mês | Janeiro/Fevereiro


Ei gente! Dentro da programação diferenciada do blog, resolvi compartilhar com vocês um pouquinho do que eu venho escutado de novo - ou não - nos últimos meses. Esse vai ser um post que vai aparecer aqui de dois em dois meses com uma playlist que irei criar na minha conta do spotify - quem quiser me seguir e dar uma olhada nas outras playlist, passa lá 😊. 

Nos primeiros meses do ano, eu ouvi bastante coisa nova. As trilhas sonoras de filmes reinaram - La La Land e Moana que o digam - e, é claro, o CD novo do Ed Sheeran amorzinho. Descobri uma banda indie maravilhosa, The Scenery e não parei de ouvir Lemonade, da Queen B (que infelizmente não consegui colocar na playlist, porque não está disponível no spotify). Tem coisa velha também que eu não desgrudo nem por reza - Arctic Monkeys que o digam. Espero que vocês curtam!


E aí gostaram? Alguma que vocês não conheciam?. Qual foram as músicas que mais tocaram na playlist de vocês nessas últimas semanas? Deixem nos comentários que eu adoro ouvir coisa nova! 😊


13/03/2017

Resenha | E Viveram Felizes Para Sempre

E Viveram Felizes Para Sempre
  • Autor: Julia Quinn
  • Editora: Arqueiro
  • Páginas: 256


Alguns finais são apenas o começo. Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos. Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza. Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes? A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton. Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.

09/03/2017

Dica de Série | One Day at a Time


Ei gente! Tudo bem? Estou um pouco sumida daqui, mas espero que vocês me perdoem - pois a indicação da série que tenho para esse mês, tenho certeza que irão me perdoar ♥

One day at a time é uma série americana de comédia produzida pela Netflix, sobre uma família latina (são cubanos). E nessa série, somos apresentados a dilemas que estamos vivenciando todos os dias na mídia mundial com o novo presidente de umas das maiores potencias mundiais – USA. 

Essa série nos apresenta uma família que estamos sendo acostumados a conhecer nos dias atuais. Uma família nada comum, porém com grandes aprendizados e com aquilo que devemos prezar nas pessoas: companheirismo, amor, amizade e cumplicidade. Temos uma mãe divorciada, com dois filhos adolescentes, uma típica mãe/vó religiosa, e um vizinho amigo que dá suporte a família. O que achei mais interessante na série é como a mesma conseguiu reunir vários assuntos, e não perder o foco. Seguiu um roteiro impressionante, e com ótimas atuações. Como nem tudo são flores em nossas vidas, o marido/pai é um soldado que serviu o exército dos EUA, e acabou se afundando no álcool como um escape de tudo que vivenciou - assim como a mãe, porém a mesma mantém lúcida por conta de sua família. 
A série trouxe vários assuntos que não deveriam ser tidos como tabus em pleno século XXI. Assuntos esses como: machismo, feminismo, divórcio, bebidas, sexualidade, religiosidade, vício com remédios, deportação, imigração… dentre outros assuntos. Além dessa família incrível, os personagens secundários são HILÁRIOS! Só de lembrar do médico que é patrão da Alvarez (a mãe e provedora do lar), morro de rir. 

Por conta dessa série, acabei tendo uma reflexão para a minha vida: a partir do momento em que não tomamos nenhum partido, e seguimos nossas vidas como seres humanos que somos, levando assim, o respeito ao próximo como o principal sentimento enraizado em nossos corações, alcançaremos a felicidade plena e seremos felizes – independentemente de opção sexual, religião, nacionalidade. O mundo precisa de pessoas que possam disseminar o amor, pessoas essas que a cima de tudo, consigam respeitar e amar o seu próximo – e tenha certeza que, a partir do momento em que fizermos isso, tudo ao nosso redor será melhor.


Meu nome é Talita, tenho 23 anos e sou completamente viciada em séries, livros e filmes. Sou mãe de três cachorros, e estudante de direito. Uma grande paixão é conhecer a Coréia do Sul, e viver um dorama na vida real – vai saber, né? Não custa nada sonhar. 
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